1ª Jornada SAMECA pela Libertação Coletiva – Diálogos Antirracistas e Anticapitalistas

20 e 21 de novembro em Salvador.

1ª Jornada SAMECA, 2025
Conferência Nacional 2025

Palestras das Jornadas

Durante a Jornada, em Salvador, tivemos ciclos de palestras, roda de conversa e debates.

A roda de conversa com a camarada Angela Medeiros (vice-presidente da SAMECA), e o professor João Henrique (IFBA), teve como foco o cuidado em saúde mental de populações racializadas.

Palestrantes: Angela Medeiros e João Henrique Lima Almeida

Nos aprofundamos nos temas da luta da mulher negra através das falas das camaradas Eslane Paixão (Presidente Estadual da UP-BA), e Rosimeire Nascimento (representante do Quilombo Quingoma). Quingoma é o primeiro quilombo do Brasil, fundado na Bahia no ano de 1569, e que está ativo até hoje. Ouvir sobre essa luta pela sobrevivência do povo quilombola e das mulheres na cidade de Salvador foi transformador.

Palestrantes: Rosimere Nascimento e Eslane Paixão

Conferência Nacional

A Conferência Nacional juntou no mesmo espaço, em Salvador, as cinco pessoas eleitas em cada Conferência Regional, e de forma remota, a camarada eleita na Conferência dis militantes morando fora do Brasil.

Na foto estão as pessoas delegadas eleitas nas 6 regionais

Foram apresentadas um total de 16 propostas, as quais, depois de debate das pessoas delegadas e da Diretoria da SAMECA, conseguimos agrupar em quatro pautas centrais para orientar o planejamento do próximo biênio.

Não podemos trazer para vocês o planejamento interno, mas podemos dizer que se você é estudante, ou morador das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, nos próximos dois anos vamos nos falar bastante.

Participação da Marcha em Salvador

A marcha do dia 20 de novembro em Salvador é histórica, e esse ano a SAMECA esteve lá, fazendo parte desse movimento.

Infelizmente no dia choveu muito e não pudemos sair com o carro de som, mas valeu mesmo assim.

Durante a marcha, entrevistamos a Kelly, sobrinha de Gabriel Silva, morto pela polícia militar da Bahia “por engano” durante a parada gay de outubro. Pudemos (e precisamos) discutir muito a violência policial contra populações negras na cidade com maior população negra fora do continente africano (sim, Salvador).

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